Vida em Marte: Podemos viver no planeta vermelho?
19 maio, 2019
Marte, o Planeta Vermelho, contou com rios, lagos e até mesmo um oceano profundo em sua superfície há bilhões de anos, mas tudo mudou quando o planeta perdeu seu campo magnético global.

O
Planeta Vermelho há muito tempo é assunto de interesse humano. A NASA
está trabalhando duro agora para descobrir se existe vida em Marte. Os
Estados Unidos e outros países vêm enviando naves espaciais para órbita
ou aterrissam lá desde a década de 1960, e cada missão nos ensina mais
sobre este fascinante planeta. Em 1976, a NASA pousou duas espaçonaves
robóticas chamadas Viking 1 e Viking 2 em Marte. Uma dessas sondas trabalhou lá por quase 4 anos e a outra durou mais de 6 anos.
Bilhões
de anos atrás, havia uma vida em Marte, mas tudo mudou. Quando seu
campo magnético acabou, partículas carregadas que fluíam do Sol estavam
então livres para despir a atmosfera marciana outrora grossa. Esse
processo transformou Marte, há cerca de 3,7 bilhões de anos, no mundo
frio e seco que conhecemos hoje, sugerem observações da sonda MAVEN da
NASA. (A Terra ainda tem seu campo magnético global, explicando como
nosso planeta permanece tão habitável), de acordo com o relatório da Space.com.Por enquanto, não há evidências claras para a vida em Marte. Mas recentemente, o jipe-sonda Curiosity da NASA passou por duas colunas de metano dentro da cratera Gale, de 154 quilômetros. Mais de 90% do metano atmosférico da Terra é produzido por micróbios e outros organismos, por isso é possível que o gás seja uma assinatura da vida marciana moderna, sugere o relatório.
Vamos fixar nossas esperanças no jipe-sonda Mars 2020, da NASA, que buscará mais evidências de vida no Planeta Vermelho. A missão dá o próximo passo não apenas buscando por sinais de condições habitáveis em Marte no passado antigo, mas também buscando sinais da própria vida microbiana do passado.
Outras quatro missões estão na linha para a exploração marciana e serão lançadas entre 2020 e 2021. Elas incluem o jipe-sonda ExoMars Rosalind Franklin da Rússia e da ESA, a Missão Chinesa para Marte 2020, a missão Hope Mars dos Emirados Árabes Unidos e a Missão Mars Orbiter 2 da Índia.
(Fonte)
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