A esmagadora questão sobre nossa realidade
28 maio, 2019
O editor do site UFO Conjectures, o qual acredita no fenômeno OVNI, mas não acredita que seja de origem extraterrestre, coloca sua opinião sobre a nossa realidade…

Todos
os dias a maioria de nós tenta chegar a um acordo sobre o que é a
realidade, para nós individualmente e para a espécie humana.
(Eu acho que a hipótese ET é, para muitos, considerada uma possível fonte para explicar porque estamos aqui, quem somos e as outras questões da existência. Mas seria a melhor fonte acreditar em uma resposta duvidosa de uma suposta espécie avançada extraterrestre?)
A ideia de
visitantes do cosmos é, para mim, como você bem sabe, uma ridícula ou,
pelo menos, “torta maluca” de esperança no céu.(Eu acho que a hipótese ET é, para muitos, considerada uma possível fonte para explicar porque estamos aqui, quem somos e as outras questões da existência. Mas seria a melhor fonte acreditar em uma resposta duvidosa de uma suposta espécie avançada extraterrestre?)
Ninguém veio ou está vindo para nos fornecer a(s) resposta(s) sobre o que é o propósito da vida e a nossa parte nesse propósito.
Mas quem dentre esses grupos está melhor qualificado, ou provavelmente capaz de ter aquele momento Eureka, em que o objetivo do ser é elucidado?
Quando li a obra Cosmic Consciousness (Consciência Cósmica), de Maurice Bucke, achei que poderia haver, dentro dela, alguns insights edificantes por alguém, sobre o que a experiência dessa pessoa contava e, portanto, nos dizia algo sobre a realidade suprema.
Mas não, isso não era para ser.
Meu filósofo teológico favorito, Tomás de Aquino e depois dele Teilhard de Chardin, pensei que ofereceriam algo para nos ajudar a entender porque estamos aqui, o propósito de ser.
Quando o grande Tomás teve sua “visão” do que era a realidade, dizendo que o que ele havia escrito sobre a vida, a humanidade e Deus era como palha ao vento, ele se apertou. Ele não informou mais nada.
Foi porque ele não foi capaz – embora tão articulado e brilhante como era – de expressar qualquer conceito da realidade que ele viu ou sentiu?
Será que ele viu uma simulação de computador como a realidade em que nos encontramos, e estando alojado no Século XIII, que era desprovido de tecnologia, não tinha como fornecer uma compreensão do que ele via?
Foi esse também o caso de Giordano Bruno? Ou alguns outros adeptos, como Hildegard de Bingen?
Hoje, quem é capaz de discernir o que pode ser a nossa realidade? É um técnico como Elon Musk? Ou um físico teórico do passado ou atual?…
Ou ocultistas, passado e presente?…
Que tal um mestre ignorante da vida e brilhante expositor de coisas pertinentes: o místico Mestre Eckhart?
Há pistas sobre a realidade em muitos dos trabalhos dos relacionados acima, mas não há um esboço claro ou tese que explique as questões expostas aqui.
Autores, especialmente no gênero sci-fi, chegaram perto de delinear onde estivemos como espécie e para onde podemos ir, às vezes insinuando nosso propósito de ser. Philip K. Dick é representante desses brilhantes explicadores que lutam ou lutaram para encontrar o objetivo de tudo isso.
Eric Wargo, em seu site – thenightshirt.com – é um fã de Philip K. Dick e um dos poucos escritores da Web que aborda seriamente o significado de tudo isso.
E o autor Ted Chiang, notado tanto por mim quanto por Eric, e elogiado pela escritora e pedagoga exemplar Joyce Carol Oates fornece pistas fictícias sobre o que é tudo isso.
No entanto, ninguém, em todo o tempo e história, parece capaz de compreender ou explicar porque estamos aqui, ou o nosso propósito de ser, se houver um.
Nenhuma disciplina – certamente não a “ovnilogia / ufologia” – esteve ou está à altura da tarefa.
O mistério da vida nos ilude a todos, mesmo aqueles com o brilho de Céos.
Isso pode ser porque alguns entre a multidão que estuda os OVNIs insistem naqueles alegados visitantes extraterrestres; eles devem ter a resposta para a vida, sim?
Se não, estamos em uma confusão ‘existencial’ da qual não há saída.
(Fonte)
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