5 características dos OVNIs desafiam a explicação científica
31 maio, 2019
Chamadas
de ‘5 observáveis’ por um ex-investigador do Pentágono, essas
características dos OVNIs têm intrigado a mente dos pesquisadores, por
desafiarem as leis da física.

Quando Luis Elizondo dirigiu uma pequena equipe no Departamento de Defesa dos Estados Unidos, investigando relatórios militares de fenômenos aéreos não identificados (de sigla em inglês UAP), ele ouviu numerosos relatos desse tipo, vindos de alguns dos especialistas em aeronáutica mais treinados nas forças armadas. Eles descrevem objetos que pareciam ser inteligentemente controlados, possuindo capacidades aerodinâmicas que superam de longe qualquer tecnologia de aeronaves atualmente conhecida.
Agora, seguindo suas investigações como parte da To The Stars Academy, Elizondo é uma parte integrante da equipe de investigação apresentada na série ‘Unidentified: Inside America’s UFO Investigation‘ do History Channel, onde eles reuniram relatos de testemunhas oculares:
É branco. Não tem asas. Não tem rotores.
Não voou como uma aeronave. Era tão imprevisível – alta velocidade rápido, aceleração rápida.
Eu deixou um rastro.Esses relatos – de pilotos de caça da Marinha, operadores de radar e outras testemunhas do incidente do grupo de porta-aviões USS Nimitz em novembro de 2004 – estavam entre um punhado de encontros chocantes que a equipe da série Unidentified explorou. Quando Elizondo dirigiu a iniciativa do Departamento de Defesa, chamada de Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais, ou AATIP, ele compilou uma lista de capacidades extraordinárias, que desafiam a lógica, mais comumente associadas a avistamentos de fenômenos aéreos não identificados. Ele chama esses traços de “cinco observáveis”:
1) Sustentação anti-gravidade:
Ao contrário de qualquer aeronave conhecida, esses objetos foram
avistados superando a gravidade da Terra sem meios visíveis de
propulsão. Eles também não têm superfícies de voo, como as asas. No
incidente com o Nimitz, testemunhas descrevem a nave como sendo tubular,
em forma de uma balinha Tic-Tac.
2) Aceleração repentina e instantânea: Os objetos podem acelerar ou mudar de direção tão rapidamente que nenhum piloto humano poderia sobreviver às forças g – eles seriam esmagados. No incidente com o Nimitz, operadores de radar dizem que rastrearam um dos OVNIs quando ele caiu do céu a mais de 30 vezes a velocidade do som. O comandante do esquadrão Black Aces, David Fravor, o piloto de caça do Nimitz que foi enviado para interceptar um dos objetos, comparou seus rápidos movimentos de lado a lado, mais tarde capturados em vídeo infravermelho, com o de uma bola de pingue-pongue. Operadores de radar no USS Princeton, parte da esquadra Nimitz, rastrearam o objeto acelerando de uma posição parada para uma distância de 95 quilômetros em um minuto – a impressionantes 5.800 quilômetros por hora. De acordo com o fabricante Boeing, o caça F/A 18 Super Hornet normalmente atinge uma velocidade máxima de Mach 1.6, ou cerca de 1.900 quilômetros por hora.
3) Velocidades hipersônicas sem assinaturas: Se uma aeronave viaja mais rápido que a velocidade do som, ela normalmente deixa ‘assinaturas’, como trilhas de vapor e estrondos sônicos. Muitos relatos sobre OVNIs observam a falta de tal evidência.
4) Baixa observabilidade ou cloaking (camuflagem): Mesmo quando os objetos são observados, é difícil obter uma visão clara e detalhada deles – seja através de avistamentos de pilotos, radar ou outros meios. As testemunhas geralmente só vêem o brilho ou neblina ao redor deles.
5) Viagem transmídia: Alguns OVNIs foram vistos se movendo facilmente dentro e entre diferentes ambientes, como o espaço, a atmosfera da Terra e até mesmo a água. No incidente com o Nimitz, testemunhas descreveram um OVNI pairando sobre um ‘distúrbio’ agitado logo abaixo da superfície calma do oceano, levando à especulação de que outra nave havia entrado na água. O operador de radar da USS Princeton, Gary Vorhees, confirmou mais tarde de um operador de sonar da Marinha na área naquele dia que uma nave estava se movendo mais de 70 nós, aproximadamente duas vezes a velocidade dos submarinos nucleares.
Ninguém conseguiu chegar perto de naves que
exibam esses traços, então suas origens ainda são desconhecidas. Elas
são um projeto de defesa dos EUA super secreto? Elas são da Rússia?
China? Ou de ainda mais longe? A única coisa que sabemos é que suas
capacidades excedem qualquer tecnologia atualmente no arsenal dos EUA ou
de qualquer outro país do mundo.2) Aceleração repentina e instantânea: Os objetos podem acelerar ou mudar de direção tão rapidamente que nenhum piloto humano poderia sobreviver às forças g – eles seriam esmagados. No incidente com o Nimitz, operadores de radar dizem que rastrearam um dos OVNIs quando ele caiu do céu a mais de 30 vezes a velocidade do som. O comandante do esquadrão Black Aces, David Fravor, o piloto de caça do Nimitz que foi enviado para interceptar um dos objetos, comparou seus rápidos movimentos de lado a lado, mais tarde capturados em vídeo infravermelho, com o de uma bola de pingue-pongue. Operadores de radar no USS Princeton, parte da esquadra Nimitz, rastrearam o objeto acelerando de uma posição parada para uma distância de 95 quilômetros em um minuto – a impressionantes 5.800 quilômetros por hora. De acordo com o fabricante Boeing, o caça F/A 18 Super Hornet normalmente atinge uma velocidade máxima de Mach 1.6, ou cerca de 1.900 quilômetros por hora.
3) Velocidades hipersônicas sem assinaturas: Se uma aeronave viaja mais rápido que a velocidade do som, ela normalmente deixa ‘assinaturas’, como trilhas de vapor e estrondos sônicos. Muitos relatos sobre OVNIs observam a falta de tal evidência.
4) Baixa observabilidade ou cloaking (camuflagem): Mesmo quando os objetos são observados, é difícil obter uma visão clara e detalhada deles – seja através de avistamentos de pilotos, radar ou outros meios. As testemunhas geralmente só vêem o brilho ou neblina ao redor deles.
5) Viagem transmídia: Alguns OVNIs foram vistos se movendo facilmente dentro e entre diferentes ambientes, como o espaço, a atmosfera da Terra e até mesmo a água. No incidente com o Nimitz, testemunhas descreveram um OVNI pairando sobre um ‘distúrbio’ agitado logo abaixo da superfície calma do oceano, levando à especulação de que outra nave havia entrado na água. O operador de radar da USS Princeton, Gary Vorhees, confirmou mais tarde de um operador de sonar da Marinha na área naquele dia que uma nave estava se movendo mais de 70 nós, aproximadamente duas vezes a velocidade dos submarinos nucleares.
(Fonte)
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